segunda-feira, 13 de junho de 2011

VII Seminário de Educação Inclusiva: DIREITO A DIVERSIDADE

O MEC por meio da SEESP em parceria com Secretarias Municipais de Educação promoveu o VII Seminário de Educação Inclusiva: DIREITO A DIVERSIDADE. Com o objetivo de promover a formação de gestores e educadores de Florianópolis e 35 municípios catarinenses de abrangência para efetivação de redes educacionais inclusivas.

O Seminário ocorreu dos dias 07 a 10 de junho de 2011.
07 de junho - Na Conferência de abertura “A escola e sua relação com o sistema de ensino” tivemos o prazer de escutar Rosangela Machado (Doutoranda em educação pela UNICAMP, professora da rede municipal de ensino de Florianópolis/SC), que reforçou a importância do TODO integrado na escola.



No mesmo dia houve a palestra de Rebecca Monte Nunes Bezerra (Ministério Público do Rio Grande do Norte) com o tema: “Marcos Legais na Educação Inclu­siva e a convenção da ONU”. Rebecca como Promotora fez uma apresentação das leis relacionadas a educação especial.


No final da tarde houve uma apresentação sobre “Estimulação essencial: a criança com deficiên­cia na educação infantil” Inês da ACIC e Patrícia da APAE Florianópolis relatando suas experiências como profissionais da estimulação.


08 de junho - Iniciamos o dia com a palestra “A organização e a gestão da escola para a inclusão” de Selene Maria Penaforte (Doutora em Educação/UFC). Selene enfatizou que a Escola tem que se preparar para o aluno, não o aluno que tem que se preparar para a Escola.


A tarde ocorreu dois momentos uma oficina de Tecnologia Acessível, onde participaram Lauane e Márcia e uma Mesa Redonda, onde participei e os demais da FCEE, chamada: “Pais e filhos: trajetória escolar de pessoas com deficiência e a participação da família”.
  O design de moda, Samuel Sestaro de Santos - SP, 21 anos, síndrome de down e sua mãe Vilma contaram a trajetória no ensino regular de Samuel, com seus desafios e superações.
 Michele Jacinto, 17 anos, estudante de Florianópolis-SC, deficiente visual e sua avó Dagmar relataram como foram os desafios para ela estudar no ensino regular. Hoje Michele estuda no Colégio de Aplicação e pretende fazer Geografia na UFSC.

Oficina de Tecnologia Acessível.
Esta oficina ocorreu com duas pessoas de Minas Gerais, uma pedagoga, trabalha na sala multifucional e um Engenheiro da PUC. Eles demonstraram como pode ser confeccionado mouse, teclado adaptado e acionador de pressão, com um custo bem acessível. A Márcia ficou na oficina da construção do mouse e a Lauane na oficina de construção do acionador, no final, teve um sorteio, onde as duas ganharam, então trouxeram para a FCEE um mouse adaptado e um acionador de pressão.
A oficina foi ótima, pois com esse conhecimento as articuladoras poderão estar fazendo oficina dentro da FCEE.







09 de Junho - No turno matutino aconteceu a Mesa: “Recursos, metodologias e estratégias para práticas inclusivas” com professores das redes municipais.
Luciane Campos (Betim-MG) apontou a necessidade de parcerias para romper barreiras.
Clarissa (Florianópolis-SC) relatou a experiência com crianças com deficiência auditiva. Reforçou que através de jogos a resposta é imediada e que utiliza com seus alunos o software educativo SEBRAN.
Ana Paula (Florianópolis-SC) abordou o assunto sobre autismo. Enfatizou que é preciso saber quem diagnósticou a criança e que outros profissionais estão lhe atendendo.
Eliane (Florianópolis-SC), coordenadora do Cap da Prefeitura, mostrou as mídias utilizadas no Cap, como impressoras braile, soroban, livro digital (livro eletronico ou e-book), livros falados, leitores de tela (dos vox, Jaws, NVDA), entre outros.










Vespertino- "Deficiência Multipla e Surdocegueira": Shirley Rodrigues (doutoranda da USP).
Falou sobre a deficiência visual e sudocegueira, mostrou um vídeo, onde há relatos sobre a deficiência.


 10 de junho – matutino, “A construção do Projeto Político Pedagógico na Escola da Multidisciplinar” Maria Terezinha Consolação (doutora pela Unicamp), abordou o assunto sobre a construção do PPP dos currículos.

Falou sobre a escola que faz diferença, PPP, entre outras, não adianta reformismo sem mudar atitudes, é preciso mudar o nome e a situação.
“PPP é pura burocracia ou mera exigência legal?”, precisamos refletir sobre isso, pois a escola que não sabe o que quer é um caos.


Vespertino “ Rompendo barreiras atitudinais no contexto da educação Inclusiva” Adriano Henrique Nuernberg (doutor da UFSC), falou sobre as barreiras que os deficiêntes encontram e que a inclusão é convivência na diversidade.


Participantes da FCEE juntamente com as palestrantes Selene Penaforte e Maria Terezinha Consolação


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